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quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Sistema Solar


O Sistema Solar é constituído pelo Sol e pelo conjunto dos corpos celestes que se encontram no seu campo gravítico, e que compreende os planetas que atualmente compõem o sistema solar, em ordem de sol-espaço: Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Neptuno. Plutão hoje em dia não é mais considerado um planeta embora esteja ainda no sistema solar e recentemente outros dois corpos da mesma categoria de Plutão foram descobertos nas regiões mais externas do sistema solar, conhecidas como Nuvem de Oort e Cinturão de Kuiper, dos quais ainda não se sabe muita coisa, e uma miríade de outros objectos de menor dimensão entre os quais se contam os corpos menores do Sistema Solar (asteroides, transneptunianos e cometas).
Ainda não se sabe, ao certo, como o sistema solar foi formado. Existem várias teorias, mas apenas uma é atualmente aceita. Trata-se da Teoria Nebular ou Hipótese Nebular.
O Sol começou a brilhar quando o núcleo atingiu 10 milhões de graus Celsius, temperatura suficiente para iniciar reações de fusão nuclear. A radiação acabou por gerar um vento solar muito forte, conhecido como "onda de choque", que espalhou o gás e poeira restantes das redondezas da estrela recém-nascida para os planetas que se acabaram de formar a partir de enormes colisões entre os protoplanetas.

Os Planetas

Os principais elementos celestes que orbitam em torno do Sol são os oito planetas principais conhecidos atualmente cujas dimensões vão do gigante de gás Júpiter até ao pequeno e rochoso Mercúrio, que possui menos da metade do tamanho da Terra.
Até agosto de 2006, quando a União Astronómica Internacional alterou a definição oficial do termo planeta, Plutão era considerado o nono planeta do Sistema Solar. Hoje é considerado um planeta anão, ou um planetoide, por ser muito pequeno.
Próximos do Sol encontram-se os quatro planetas telúricos, que são compostos de rochas e silicatos, são eles Mercúrio, Vénus, Terra e Marte. Depois da órbita de Marte encontram-se quatro planetas gasosos (Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno), que são uma espécie de planetas colossais que se podem dividir em dois subgrupos: Júpiter-Saturno e Urano-Neptuno.
Mercúrio é o mais próximo do Sol, a uma distância de apenas 57,9 milhões de quilômetros, enquanto Neptuno está a cerca de 4,5 bilhões de quilômetros.
Os planetas do sistema solar são os oito astros que tradicionalmente são conhecidos como tal: Mercúrio (☿), Vénus (♀), Terra (♁), Marte (♂), Júpiter (♃), Saturno (♄), Urano (♅) e Neptuno (♆). Todos os planetas receberam nomes de deuses e deusas da mitologia greco-romana.

No decorrer dos dias , mais informações sobre todos os astros so sistema serão expostas aqui.


quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Astronomia : para que serve ?

A Astronomia é a mais antiga entre todas as ciências. Observar o céu estrelado tem sido muito mais que uma fonte de inspiração para o ser humano. O movimento dos corpos celestes revela-se periódico e por isso tem sido associado às variações do clima da Terra.

Desde os tempos mais remotos, contemplar o firmamento era como assistir ao movimento de um imenso relógio, de extraordinária precisão, cujo mecanismo era preciso conhecer e dominar.

O homem medieval acreditava que poderia
atravessar a "casca do céu" e desvendar o mecanismo
dos mundos.
Gravura do século XV
A Sucessão de dias e noites  permitiu a primeira contagem do tempo. A presença de certos grupos de estrelas no céu passou a indicar os períodos de seca e chuva e portanto a época adequada ao plantio e à colheita.

A posição do Sol no horizonte ao longo do ano ajudou-nos a compreender as estações e o comprimento das sombras foi suficiente para medir o tamanho da Terra.

A Lua, com suas fases, sugeriu os períodos mensais e semanais e explicou o ciclo das marés. Da ocasião adequada para o corte das madeiras ao ciclo menstrual da mulher, inúmeros foram os fenômenos cuja periodicidade foi associada a dos eventos celestes.
Se não pudéssemos contemplar uma noite estrelada, jamais poderíamos ter nos aventurado pelos mares. As constelações guiaram navegantes chineses e ocidentais durante séculos.
E ainda que nehuma aplicação prática  pudesse ser citada, o simples conhecimento por trás de um fenômeno em um corpo celeste a milhares de anos-luz da Terra – e que talvez nunca um homem possa observar diretamente – traduz-se na importância da pesquisa básica para a aventura humana neste planeta. E sem a pesquisa básica nenhuma aplicação de um conhecimento pode ser melhorada.

Quando Michel Faraday realizou suas primeiras experiências com a geração de corrente elétrica no século passado, ninguém, nem mesmo ele próprio sabia para que poderiam ser úteis.
O mesmo aconteceu com os estudos de Maxwell, que são a base das aplicações contemporâneas em telecomunicações. Não há como prever se o resultado da pesquisa básica de hoje terá ou não uma finalidade prática no futuro. Em ciência não faz sentido considerar apenas o investimento em pesquisas que gerem aplicações imediatas.

Um país que não faz pesquisa básica está condenado a nunca se superar. E se estamos aqui hoje foi porque fomos capazes de enxergar novos horizontes. A Astronomia descortina o maior dos palcos para a aventura humana deste novo milênio. Se vamos interpretar um épico ou uma tragédia só depende de nós.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Você e o Universo


      Vivemos em um planetinha chamado Terra , que todos os anos percorre mais de novecentos e vinte milhões de quilômetros pelo espaço. Estamos falando, é claro, da Espaçonave Terra, que se move em torno do Sol enquanto este nos leva, junto com todos os demais integrantes da grande família solar, num longo passeio pela galáxia. Ao contemplar os outros planetas em nosso sistema , vemos que não somos lá  grande coisa. O planeta Mercúrio é o mais próximo do Sol , Vênus é a "estrela d'alva " que está sempre presente em nossas noites , Marte é nosso principal objeto de observação , Jupiter é o "maioral" 1.300 vezes maior que a Terra, Saturno é o Senhor dos aneis , Urano e Netuno são os planetas gêmeos azulados , e plutão , que não é mais um planeta , junto com os demais , são os pequeninihos do sistema. Isso sem falar dos satélites ( luas ), cometas e asteróides que fazem parte da família do Sol. Mas Comparados com o resto da galáxia , não passamos de um grãozinho de areia na imensa praia cosmica.

 

Buscar entender o significado de tudo , tem sido uma batalha constante na história da humanidade. Alguns buscam a razão criando várias ciências - filosofia, psicologia, a própria astronomia; outros preferem a religião, acreditando que estamos sendo velados por um soberano. Somos uma civilização que tem um prazo de validade ( como os dinossauros ?), logo o Sol se tornará uma gigante vermelha engulindo metade do sistema solar , e em poucos milhões de anos , nossa galáxia se chocará com a Galáxia de Andromeda destruindo e recriando tudo que conhecemos. Mas nesse curto espaço de tempo que chamamos vida , cabe a cada um fazê-la valer a pena.